Quem não tem medo do apagão adjudicado à nascença? Quem mente? Quem não fica minúsculo, frágil, inseguro, humilde ao questionar num sussurro transpirado: salve-me? Quem despreza a esperança da continuidade, quem mente? Quem não perde o chão com os braços erguidos a uma salvação tentada? Quem? Não tu, minha mãe lutadora. Autêntica.
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