Passo a mão pelo teu rosto já demasiado magro
E rio.
Dói-me todo o ser, não saibas.
30 outubro 2014
21 outubro 2014
O tempo ainda existe
Observo esta planície vermelha
Que emoldura o meu destino.
Numa ânsia lenta e amedrontada,
Vai decaindo,
Um pouco menos que estática,
Tornando-se noite.
Que longa é a espera.
Tão dolorosa.
Que emoldura o meu destino.
Numa ânsia lenta e amedrontada,
Vai decaindo,
Um pouco menos que estática,
Tornando-se noite.
Que longa é a espera.
Tão dolorosa.
06 outubro 2014
A vida em inconformidade
Não concebo a morte em ti.
Nego-te essa realidade
Ainda que te esculpida por onde quer que onde.
Não, não te concedo a mortalidade,
O vergar.
Procura as tuas possibilidades,
Umas quaisquer, por onde quer que onde.
E vive.
Por favor... vive...
Onde outro amor assim?
Nego-te essa realidade
Ainda que te esculpida por onde quer que onde.
Não, não te concedo a mortalidade,
O vergar.
Procura as tuas possibilidades,
Umas quaisquer, por onde quer que onde.
E vive.
Por favor... vive...
Onde outro amor assim?
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