Balcão do Poema

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30 outubro 2014

Choro

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Passo a mão pelo teu rosto já demasiado magro E rio. Dói-me todo o ser, não saibas.
21 outubro 2014

Verniz

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Quando a vaidade se derrota O que fica da pessoa? Sombras distorcidas.

O tempo ainda existe

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Observo esta planície vermelha Que emoldura o meu destino. Numa ânsia lenta e amedrontada, Vai decaindo, Um pouco menos que estática, T...
06 outubro 2014

A vida em inconformidade

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Não concebo a morte em ti. Nego-te essa realidade Ainda que te esculpida por onde quer que onde. Não, não te concedo a mortalidade, O v...
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